Tháis IRS

Thaís IRS é montadora e realizadora com atuação no cinema e cultura. Trabalhou em filmes como Todo Mapa Tem um Discurso e Do Observatório Me Viram, além de colaborar com a produtora Sarasvati em diversos projetos de cunho educacional e social.

Bio detalhada

Entre seus trabalhos, destaca-se a direção de Do Observatório Me Viram (2024), realizado com Giovanna Giovanini e a ClubSoda Filmes, exibido em festivais como Tiradentes, Vitória, Kinoarte e Hecho por Mujeres (Colômbia). Assinou a montagem e coordenação de pós-produção do curta A Praia de Samuca (2023–2025), contemplado pelos editais BH nas Telas e Paulo Gustavo, e realizou a montagem dos curtas Igual a um Nativo e Terrenal (BH nas Telas). Em 2025, montou os filmes Solo Vazio (Julieta Dobbin), De Quatro (Joyce Malta) e Aboiador das Palavras (Taís Cangussu). Colabora no projeto Horizontes Diversos (Instituto Palco e Tela), voltado à produção audiovisual por pessoas com trajetória de situação de rua.

No documentário, foi co-editora do longa Mestre Sirso (BNDES) e co-dirigiu e montou os filmes Todo Mapa Tem um Discurso e Não Sei Qual Cidade se Passa aos Olhos Dele, este último ligado ao espetáculo vencedor do Prêmio Miriam Muniz (Funarte de Teatro) Áurea.

Além disso, foi coautora das dramaturgias Essa Chuva que Não Passa e Quando o Peixe Salta, sendo a primeira indicada aos prêmios SINPARC e SATED/MG e a segunda vencedora do Prêmio SINPARC na categoria Melhor Dramaturgia.

É sócia e integra a equipe de gestão e planejamento de produção da Palco Vivo & Matilha, onde atua na pesquisa e criação de projetos como o ponto de cultura Caruá Lab, o solo teatral Lilás (PNAB – Vespasiano) e o curta Uma Bicha com uma Câmera (2026). Atualmente, está na equipe criativa do longa 450 Km Depois e da exposição fotográfica de mobilização local Cidade-Cuidado.

Atuou na diretoria da Associação de Editores de Audiovisual (edt.) em 2018-2019. Formada no Teatro Universitário da UFMG e Mestre em Comunicação e Cultura pela ECO-UFRJ.